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Um cometa é o corpo menor do sistema solar, semelhante a um asteróide, mas composto principalmente por gelo. No nosso sistema solar, as órbitas dos cometas estendem-se para além da órbita de Plutão. Entre os primitivos e silvícolas inspiravam superstições e temores, associados à anjos, demônios ou entidades espirituais providas de poder sobre os povos.
editar ÓrbitasDos cometas que entram no sistema solar interior, a maioria possui órbitas altamente elípticas. Basicamente, existe uma classificação quanto à periodicidade dos cometas, ou seja, cometas com aparições de menos de 200 anos são classificados de período curto, acima disto são classificados de período longo, ou ciclo superior a duzentos anos. Estes são por isso chamados vagabundos do espaço. editar ComposiçãoDescritos com freqüência como "bolas de neve suja", os cometas são compostos em grande medida por gelos de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), amônia (NH3) e água (H2O), misturados com poeira e vários agregados minerais. Pensa-se que os cometas são detritos remanescentes da condensação da nébula solar. editar Teoria da origem dos cometasA teoria vigente diz que as regiões exteriores de tais nébulas são suficientemente frias para permitir a existência de água no estado sólido (em vez de gasoso). É errado descrever os cometas como asteróides rodeados de gelo. O limite exterior do disco de acreção de uma nébula é suficientemente frio para que os corpos em formação não passem pela diferenciação experimentada por objetos no interior das órbitas planetárias. editar ConstituiçãoA constituição básica de um cometa aparentemente é um núcleo de dimensões relativamente pequenas que em princípio mostra estar envolto por uma névoa brilhante e uma coma, ou cabeleira, cuja forma é aparentemente esférica. À medida que se aproxima do Sol, seu brilho aumenta em proporção direta; normalmente começa aparecer uma cauda que pode chegar a alcançar até centenas de milhares de quilômetros de extensão. editar ObservaçãoAo longo do ano sempre existem cometas para serem observados. No entanto muitos deles possuem brilho fraco que só podem ser detectados através de instrumentos com objectiva superior a 20cm. Quando um cometa atinge magnitude 10, ele já pode ser visível através de instrumentos com abertura de 15cm. Cometas com magnitude visual entre 5 e 9 são observados por meio de binóculos. Já os cometas mais brilhantes que magnitude 5 podem ser vistos a olho nu, mas deve-se ter o cuidado de escolher locais longe da poluição luminosa das grandes cidades para poder detectar o cometa. Em séculos passados os cometas eram muito bem observados pelo fato de não haver poluição luminosa. Era possível observar cometas a olho nu no centro de Paris, por exemplo, onde há o Observatório nesta cidade. Atualmente mesmo os cometas mais brilhantes tem seu brilho ofuscado pelas luzes das cidades. editar Constituição FísicaOs cometas quando estão perto do periélio tem estas composições:núcleo, e cauda. Núcleo:É o próprio cometa quando está longe do sol,é sólido,composto por uma espécie de gelo sujo,a cada passagem pelo sol seu diâmetro diminui alguns, podendo ser vistos várias vezes. Cabeleira:Aparece sob a forma de nebulosidade sobre o núcleo como uma espécie de atmosfera que pode ter seu volume muito maior do que o da terra. A presença predominante de componentes simples,a base de hidrogênio e oxigênio que revela que o estado do cometa é em dois estados, sendo líquido inexistente. Cauda:A cauda é provocado pela ação dos ventos solares, por isso nas proximidades do sol a cauda aumenta, pois a densidade dos ventos solares é maior. Acredita-se que a cada passagem pelo sol o diâmetro do núcleo diminua em alguns metros. Os cometas possuem dois tipos de caudas:uma constituídas por poeira e a outra por plasma. A cauda é formada por uma onda eletromágnetica e pelo vento solar,aponta sempre a direção radial contrária ao sol. editar Listagem de Cometas Periódicos
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